2 de dez. de 2008

1 de dez. de 2008

Simples assim...

[ A sociedade não comporta mais os relacionamentos duradouros... ]

[ A intimidade é algo temido e evitado... ]

[ E foi por isso que resolvi levar a sério esse namoro com a sua mãe. ]

[ Nosso amor é um resgate aos velhos costumes e uma celebração do sexo... ]

[ Entende? ]

28 de nov. de 2008

Monstrinho...

[ Em que momento o humor deixa de ser divertimento e passa a expressar uma opinião latente e conservadora? ]

[ Porque não conseguimos lidar com as escolhas dos nossos semelhantes? ]

[ Porque não aceitar o outro como ele é, deixar viver e seguir em paz? ]



[ No final das contas o que importa é o amor... ]



[ Larga a gúria e vem me amar Camelo! ]

21 de nov. de 2008

Now for something complete different

Oficial.

http://br.youtube.com/montypython

Canal oficial do Monty Phyton no Youtube. Vídeos em alta, conteúdo exclusivo e um pedido sincero: "Comprem nossos vídeos".

Pra quem sabe das coisas.

19 de nov. de 2008

Chutar cachorro agonizando.



oi tio...



me love you long time...



Young preteen lolita...



Sabe o que eles fazem com pedófilos na cadeia?



Eles fazem amor. Eu que vou estrupá você.



RESISTA MARCELO CAMELO! RESISTA!

18 de nov. de 2008

E quem vai cuidar disso?

Eramos jovens...

Jovens com o sonho de fazer humor...

Iriamos mudar o mundo...

Aonde erramos? O que aconteceu conosco?

Pare de chorar seu maricas!!!

Eu devo tá chapadasso de tóxico... To conversando comigo mesmo!!!

Você está. Como sempre...

É mesmo...

oi?

6 de nov. de 2008

Uma nova expressão emerge das ruas, vinda do seio dos vocábulos inventados pelos jovens, e cai no gosto popular, saca só!

Sinceridade

Eu sempre tive uma tristeza em relação a não ser cristão, que é não ir pro céu. Depois de ver esse vídeo acabo de encontrar a minha segunda tristeza de não seguir o crente way of life, que é não poder tocar músicas tão legais quanto essa. Sem ironia.

22 de out. de 2008

In progress

Ó, estamos trabalhando em algo que vai dar certo. Em breve cartazes, flyers, tatuagens, busdoor e outras mídias serão engolidas por nós. Até lá, enchemos linguiça com nosso arquivo.

10 de out. de 2008

A apresentadora Eliana comemora neste domingo (12) dez anos na Record e 20 anos de carreira ... fará uma edição especial do "Tudo É Possível" ... A atração terá a participação da banda NX Zero ... Os integrantes da banda de pop rock vão cantar músicas de Eliana, como "Dedinhos" -- aquela que fez sucesso nos tempos de SBT, que começa com o seguinte verso: "Polegares ... polegares ... onde estão?". Outro grupo que participa da fes ... ... ... e vida segue ... ... ...

Resumo da história


Quer saber que porra é essa? Vá em AZucrina.org.

"[Tomar drogas] é como levantar de manhã e tomar uma xícara de chá"

Tá no blog do jornal brasileiro mais moderno-descolado-dedo-no-cu-indie, uma compilação das melhores frases de Noel, na melhor fase do Oasis.

Destaco essa: "Gente ultrapassada não deveria entregar prêmios a quem está em alta. Eu sou extremamente rico e você não é"; para Michael Hutchence, do INXS, que entregou prêmio ao Oasis no Brit Awards, em 1996.

E não é que o tal Hutchence se matou no ano seguinte? Fino, né?

5 de out. de 2008

A fetofília - Uma ode ao amor inter-fetal

Bem, então após ler sobre a fetofilia num dos posts abaixo uma pulga começou a coçar atrás da sua orelha. Normal, normal... sabemos que sempre que um assunto tabu é mencionado nossos sentidos são acionados e ficamos alertas, sabendo que alguma coisa proibida está logo ali, e basta estendermos nossa língua para poder tocá-la.

Da mesma forma que viados, lésbicas, pedófilos, zoofilos e principalmente héteros infestam o planeta desde os primórdios, os fetofilos estão aí e não há motivo para discriminação. Caixas de banco, gerentes de banco, seguranças de bancos e principalmente estagiários de bancos podem amar fetos da mesma forma que seu pai e sua mãe podem se amar (ou se odiar, caso seu pai seja um bêbado e sua mãe uma vaca).

Dias desses conheci a Carolina - que na verdade se chama Helena Souza Rocha e é estagiária da agência Floresta do Bradesco aqui em Belo Horizonte - um estagiária de determinada agência bancária de BH, que me confessou ser fetofila. Em uma sincera entrevista, Carolina me revelou as dores e delícias desse comportamento doentio que precisamos passar a achar normal. Segue abaixo as principais revelações do nosso bate-papo.

O início:
"A primeira vez que um feto atiçou minha líbido eu tinha uns 14 anos, e era muito nova para entender o que estava acontecendo. Eu tinha um namorado, nós até transávamos regularmente, mas eu nunca me sentia muito excitada pelas carícias dele. Até que um dia um feto passou a mão entre minhas coxas, e me deixou toda molhada.
Na verdade ele não passou só a mão, passou também a cabeça, o braço, o ombro e as pernas. Isso foi numa festa na casa de uma amiga, no quarto dela enquanto eu fazia um aborto."

Os primeiros encontros:
"Após ter meu primeiro namorico e descobrir que era daquilo que eu gostava mesmo, passei a frequentar os points que essa galera vai badalar. Assim comecei a paquerar em laboratórios de maternidades, museus de morfologia, lixões e beiras de córregos, onde conheci alguns namorados.
No princípio tive alguns problemas, pois dava cantadas em "fetas" achando que elas eram "fetos". Teve até uma vez que namorei uma delas por duas semanas achando que era um macho, mas você sabe né? Tem coisa que na cama não tem como esconder, e na terceira vez que fomos ao motel percebi meu equívoco."

As dificuldades:
"Ah, namorar fetos, apresentá-los para a família, freqüentar restaurantes, ter uma vida normal, é muito difícil nessa sociedade tão tradicional. Pelos meus namorados viverem em compotas, minha mãe até hoje não sabe se prepara a cama deles dentro da geladeira ou no armário quando vamos dormir lá em casa. Papai mesmo nunca conseguiu conversar com um namorado meu. O mercado de trabalho também não absorve a mão-de-obra deles, o que gera um problema para o meu futuro, afinal casar com alguém que não ganha dinheiro é um tanto mais difícil."

O veredito:
"Os fetos são mais carinhosos, mais parceiros, mais compressivos e mais mal formados que a maioria das pessoas que estão disponíveis por aí. Eu não largo um feto por homem nenhum desse mundo. Ah não ser que ele tenha pauzão."

O futuro:
"Ah, o futuro é incerto, mas sonho em me casar com um feto que seja um fazendeiro rico, pra ter um monte de fetinhos. Mas também me casaria com um homem pauzudo e que tenha dinheiro pra casar."

Ao final da conversa, antes de ir ajudar um velhinho a sacar dinheiro em um caixa eletrônico, Carolina fez a última revelação sobre essa forma estranha de amar: "Já namorei até modelo. O Cláudio mesmo estrelou uma campanha nacional para o Ministério da Saúde", e a estagiária cheia de sonhos sobre uma sociedade mais justa e homens de paus enormes voltou a trabalhar.


(O galante Cláudio...)

2 de out. de 2008

Salvar o mundo

O mundo

Ainda será salvo

Com cachaça e privadas...

Essa porra tá perdendo o limite!!!!!!!

O melhor do Mongo é a expressão de "nigga what"...